Rio tem 233 ameaças por dia a policiais
29/08/11
Enquanto aumenta o cerco às grandes facções de traficantes e o braço corrupto das polícias se expande por meio de milícias, cresce em 2011 no Rio de Janeiro a incidência de ameaças contra PMs e agentes da Polícia Civil. Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP) do Estado, de janeiro a junho 42.272 casos de intimidação a atuação policial foram registrados: uma média de 233 a cada dia ou nove por hora. Os dados indicam um crescimento de 12%, em relação ao mesmo período do ano passado, quando ocorreram 37.534 ameaças.
Um dos últimos episódios de violência contra policiais atingiu justamente o principal projeto da Secretaria de Segurança fluminense: as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Na segunda-feira, o soldado Silvério Miranda Coutinho Rodrigo, 26 anos, que atuava na UPP do Andaraí, foi morto com dois tiros na cabeça, quando dirigia seu carro, um Palio, na Estrada da Posse, Zona Oeste do Rio. As circunstâncias e autoria do crime são desconhecidas, mas, segundo a polícia, os disparos foram efetuados por alguém que estava na carona do carro.
Já no dia primeiro deste mês, o soldado Thiago Moraes Pontes, 29 anos, da UPP da Cidade de Deus foi assassinado, quando se deslocava em uma motocicleta e foi atingido por tiros, que partiram de ocupantes de um automóvel. "Realmente é possível notar uma elevação recente nos atos de intimidação, mas ela não se restringe à atividade policial. Não atinge apenas agentes públicos. É uma tendência no Rio de Janeiro", admitiu ao Terra o presidente do ISP - órgão responsável pelo levantamento das estatísticas -, tenente-coronel Paulo Augusto Souza Teixeira, quando questionado sobre o crescimento dos números no ano em que o Rio teve o primeiro assassinato da história recente de uma juíza - a magistrada da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo (RJ) Patrícia Acioli.
Segundo ele, o crescimento do número de regiões sob controle de milícias é um dos aspectos determinantes para a elevação na incidência de ameaças. "Territórios ocupados por grupos de milicianos são propícios para ameaças. Há situações, por exemplo, em que é preciso verificar alvarás de bares e bailes em funcionamento de forma irregular, e as intimidações são frequentes", detalhou.
(...)
Críticas à falta de transparência nos números
A ausência de detalhes sobre ataques a policiais também é alvo de críticas de entidades da categoria. Hoje, por exemplo, os comandos das Polícias Militar e Civil não liberam o número total de policiais baleados em serviço a cada mês. As estatísticas também não são disponibilizadas no site do ISP, onde, de acordo com a legislação fluminense, devem ser publicados os dados de índices de criminalidade e da atuação policial.
Durante sete dias, a reportagem do Terra tentou obter estatísticas de PMS e agentes baleados em 2011. A assessoria de comunicação da Polícia Militar repassou a atual número de servidores mortos - cinco -, mas informou que "não tem levantamentos sobre casos de PMs feridos". Já a assessoria da Polícia Civil alegou que não havia concluído uma pesquisa sobre o tema, solicitado na segunda, até as 17h de sexta-feira. O ISP apontou que o número só poderia ser divulgado pela duas corporações. Alguns blogs no Rio, com levantamentos independentes baseados em boletins de ocorrência, apontam que 2010 teria tido uma média de pelo menos um policial baleado a cada dois dias.
"Querem esconder da sociedade uma realidade. É falta de compromisso do governo do estado com a sociedade. Se fosse democrático e transparente não faria isso. Até mesmo para demonstrar o empenho da polícia", afirmou o presidente da Associação dos Cabos e Soldados do Rio de Janeiro, Vanderlei Ribeiro.
"Estamos perdendo companheiros a cada mês e não há suporte do Estado, sequer para divulgar números, que precisávamos ter acesso, até mesmo para reivindicar medidas." Com experiência de mais de duas décadas na PM fluminense, ele acredita que o Rio vive uma "nova onda" de ameaças a categoria. "Isso já era esperado, já que surgiram as UPPs e o crime organizado está sendo combatido. Mas o policial está isolado".
Para o dirigente da associação, se estabelece um clima de "banalização" dos casos de ataques a policiais. "Quando é o caso de um general, um político, uma juíza, há empenho. Quando é um trabalhador comum é mais um número."
Fonte: Jornal do Brasil
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Passeata da Legalidade dia 29 de setembro!
30/08/11
O SINDPOL RJ - Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro - comunica a todos os Policiais Civis que no dia 29 de setembro de 2011, fará promover a “Passeata da Legalidade” a fim de publicizar o início da “OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI”.
Concentração: 11 horas do dia 29 de setembro de 2011, em frente ao prédio da Chefia de Polícia, Rua da Relação, 40 - Centro, Rio de Janeiro.
Destino: OAB RJ (entregaremos a presidência da OAB RJ os procedimentos e objetivos da OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI).
Diretoria do SINDPOL RJ
terça-feira, 30 de agosto de 2011
OPERAÇÃO CUMPRA-SE O CPP NA MIDIA!
REPASSANDO!!!!!
FAVOR DIFUNDIR!!!!!!
Colegas policiais civis, a nossa Operação está repercutindo muito na
mídia, a matéria do Jornal Extra e a vistoria das VTR estão colocando
nossos pleitos na ordem do dia. Nosso blog teve 2000 acessos no dia 25
de agosto! Agora a pouco, o @wordpressdotcom, através do twitter, deu
RT da matéria do "Extra" sobre nossa operação, através de postagem do
Segadas Vianna. Para quem não sabe, eles possuem mais de 50.000
seguidores, os quais receberam o RT. Precisamos aumentar a pressão!
Temos q aumentar os comentários no twitter, nos blogs de segurança e
nas matérias q são publicadas na internet sobre segurança pública.
Falem e divulguem a Operação Cumpra-se a Lei, se nossa operação
estiver arrebentando na mídia a nossa negociação fica mais fácil.
Acredito q em até quinze dias estaremos discutindo a nossa proposta
com o Secretário de Planejamento Sergio Ruy Barbosa que é o cara q
toma conta do cofre do estado. O cara q diz não pra todo mundo.
mídia, a matéria do Jornal Extra e a vistoria das VTR estão colocando
nossos pleitos na ordem do dia. Nosso blog teve 2000 acessos no dia 25
de agosto! Agora a pouco, o @wordpressdotcom, através do twitter, deu
RT da matéria do "Extra" sobre nossa operação, através de postagem do
Segadas Vianna. Para quem não sabe, eles possuem mais de 50.000
seguidores, os quais receberam o RT. Precisamos aumentar a pressão!
Temos q aumentar os comentários no twitter, nos blogs de segurança e
nas matérias q são publicadas na internet sobre segurança pública.
Falem e divulguem a Operação Cumpra-se a Lei, se nossa operação
estiver arrebentando na mídia a nossa negociação fica mais fácil.
Acredito q em até quinze dias estaremos discutindo a nossa proposta
com o Secretário de Planejamento Sergio Ruy Barbosa que é o cara q
toma conta do cofre do estado. O cara q diz não pra todo mundo.
Temos q aumentar a fervura pra q ele amoleça. A guerra de nervos já começou!
A Chefe de Polícia tem uma reunião com o Secretário Beltrame para
discutir o nosso projeto na terça-feira dia 30. O governo já sabe de
nossa Operação e vai testar a nossa capacidade de mobilização.
Policial que Cumpre a Lei não pode ser punido!
Um abraço,
Carlos Gadelha
A Chefe de Polícia tem uma reunião com o Secretário Beltrame para
discutir o nosso projeto na terça-feira dia 30. O governo já sabe de
nossa Operação e vai testar a nossa capacidade de mobilização.
Policial que Cumpre a Lei não pode ser punido!
Um abraço,
Carlos Gadelha
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Patrulhas da Polícia Civil são reprovadas pelo Detran
Vinte e um carros de 39 vistoriados em cinco delegacias caíram em exigência, a maioria por pneus carecas, problemas com faróis e extintor de incêndio vencido
Rio - Blitz do Detran-RJ está deixando a Polícia Civil a pé. Vistorias realizadas em cinco delegacias da capital terminaram com a reprovação de 21 das 39 viaturas inspecionadas. Pneus carecas, extintores de incêndio fora do prazo de validade, além de setas e faróis queimados foram apenas alguns dos problemas detectados na frota avaliada.
A pior situação foi verificada na 37ª DP (Ilha do Governador), onde todos os seis veículos foram reprovados. Na 17ª DP (São Cristóvão), as duas viaturas vistoriadas também não estavam adequadas.

Seguindo cronograma definido em parceria com a Chefia de Polícia Civil, nesta quarta-feira os vistoriadores do Detran-RJ estarão em outras quatro delegacias. A previsão é de que as inspeções só terminem no dia 3 de setembro. Mais de 300 viaturas — caracterizadas ou não — de cerca de 40 delegacias serão vistoriadas.Os carros da Polícia Civil são do Governo do Estado.
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, todos os veículos devem passar por avaliação anual. Os que não forem aprovados não poderão circular, sob pena de serem multados e rebocados.
Investigações podem ser prejudicadas
Reprovadas na blitz do Detran, as viaturas não poderão receber o Certificado de Licenciamento e Vistoria (CRLV). Sem o documento obrigatório, os veículos ficam impedidos de circular, o que pode inviabilizar o trabalho de investigação dos policiais.
O início das inspeções pelo Detran foi publicado no Boletim Interno da Polícia Civil. “Se as viaturas estão sendo reprovadas, não devem ser usadas enquanto não forem reparadas ou substituídas, pois podem colocar em risco a vida dos policiais e da população”, ressalta o diretor do Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sindpol), inspetor Francisco Chao.
Procurada por O DIA, a Assessoria de Comunicação da Polícia Civil não retornou às ligações para comentar o assunto.
A pior situação foi verificada na 37ª DP (Ilha do Governador), onde todos os seis veículos foram reprovados. Na 17ª DP (São Cristóvão), as duas viaturas vistoriadas também não estavam adequadas.
Carros que a Polícia Civil recebeu em 2009. Frota de 300 viaturas de 40 DPs serão vistoriadas até o dia 3 | Foto: Deisi Rezende / Agência O Dia
Na 19ª DP (Tijuca), seis carros foram barrados. A maioria dos problemas apresentados estava relacionada à parte elétrica dos veículos, que ficaram alagados nas chuvas ocorridas no início do ano.Seguindo cronograma definido em parceria com a Chefia de Polícia Civil, nesta quarta-feira os vistoriadores do Detran-RJ estarão em outras quatro delegacias. A previsão é de que as inspeções só terminem no dia 3 de setembro. Mais de 300 viaturas — caracterizadas ou não — de cerca de 40 delegacias serão vistoriadas.Os carros da Polícia Civil são do Governo do Estado.
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, todos os veículos devem passar por avaliação anual. Os que não forem aprovados não poderão circular, sob pena de serem multados e rebocados.
Investigações podem ser prejudicadas
Reprovadas na blitz do Detran, as viaturas não poderão receber o Certificado de Licenciamento e Vistoria (CRLV). Sem o documento obrigatório, os veículos ficam impedidos de circular, o que pode inviabilizar o trabalho de investigação dos policiais.
O início das inspeções pelo Detran foi publicado no Boletim Interno da Polícia Civil. “Se as viaturas estão sendo reprovadas, não devem ser usadas enquanto não forem reparadas ou substituídas, pois podem colocar em risco a vida dos policiais e da população”, ressalta o diretor do Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sindpol), inspetor Francisco Chao.
Procurada por O DIA, a Assessoria de Comunicação da Polícia Civil não retornou às ligações para comentar o assunto.
domingo, 21 de agosto de 2011
DIA 29 DE SETEMBRO SERÁ O INÍCIO DE UMA NOVA ERA NA PCERJ
Nesta quinta-feira (dia 18/08) foi realizada a Assembléia do SINDPOL - Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro e aprovado por unanimidade a operação padrão da Polícia Civil do Rio de Janeiro, denominada “OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI”, que será deflagrada no dia 29 de setembro de 2011 (Dia do Policial Civil).
O SINDPOL registrou a presença histórica de centenas de policiais civis na assembléia e distribuiu aos presentes panfletos e cartilhas contendo os procedimentos que serão adotados durante o movimento
A “OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI” é um movimento exigido pelos policiais civis para exterminar de nossa instituição as humilhações que sofremos, como ter o pior salário do Brasil, um plano de carreira injusto e um sistema de gratificações que tortura as policiais grávidas e os policiais doentes. Também queremos mostrar para a população carioca que trabalhamos muitas vezes fora daquilo que determina a lei para a própria segurança do policial e da sociedade.
O presidente da Cobrapol – Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, Jânio Bosco Gandra, esteve presente na assembléia e informou que a Confederação irá ajudar na “Operação Cumpra-se a Lei” fiscalizando as delegacias para que estas cumpram a lei. Veja aqui a notícia publicada no site da COBRAPOL.
O SINDPOL RJ solicita que os policiais civis do Rio de Janeiro e a população carioca acessem sempre nosso site para ficarem por dentro de nosso movimento.
Anunciamos ainda que o Twitter do SINDPOL RJ está funcionando e orientamos aos policiais civis o cadastramento nesta ferramenta, pois poderá servir para avaliar o movimento em todo o Rio de Janeiro, além de possibilitar a publicação para toda a sociedade dos eventuais abusos cometidos contra a categoria durante a operação.
O SINDPOL registrou a presença histórica de centenas de policiais civis na assembléia e distribuiu aos presentes panfletos e cartilhas contendo os procedimentos que serão adotados durante o movimento
A “OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI” é um movimento exigido pelos policiais civis para exterminar de nossa instituição as humilhações que sofremos, como ter o pior salário do Brasil, um plano de carreira injusto e um sistema de gratificações que tortura as policiais grávidas e os policiais doentes. Também queremos mostrar para a população carioca que trabalhamos muitas vezes fora daquilo que determina a lei para a própria segurança do policial e da sociedade.
O presidente da Cobrapol – Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, Jânio Bosco Gandra, esteve presente na assembléia e informou que a Confederação irá ajudar na “Operação Cumpra-se a Lei” fiscalizando as delegacias para que estas cumpram a lei. Veja aqui a notícia publicada no site da COBRAPOL.
O SINDPOL RJ solicita que os policiais civis do Rio de Janeiro e a população carioca acessem sempre nosso site para ficarem por dentro de nosso movimento.
Anunciamos ainda que o Twitter do SINDPOL RJ está funcionando e orientamos aos policiais civis o cadastramento nesta ferramenta, pois poderá servir para avaliar o movimento em todo o Rio de Janeiro, além de possibilitar a publicação para toda a sociedade dos eventuais abusos cometidos contra a categoria durante a operação.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
A separação continua sendo instrumento usado pelo governador Sergio Cabral dentro da Policia
OPINIÃO
Caro amigo.
Com a criação do dec. 43135 de 12/08/2011 que dispõe sobre a concessão de gratificação de (UM MIL REAIS) ao BPChq, mais uma unidade da Policia Militar ver-se envolvida na trama de dividir para enfraquecer criada pelo governador Sergio Cabral, com a conivência é claro, dos nossos comandantes, que para não perderem suas vultosos gratificações fazem papel de marionete nas mãos deste ardiloso tirano. Até quando nós policiais militares vamos continuar passivos a esse tipo de comportamento do governo de estado, vendo nossa polícia militar ser esfarrapada e servindo de joguete político nas mãos destes indivíduos de passado tenebroso que infelizmente hoje encontram-se no comando do nosso estado?
SGT CAMPOS (OCPM).
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
PEC 300: piso de policiais e bombeiros está ameaçado pela crise
EU AVISEI!! VAI TUDO ACABAR EM PIZZA!
Para segurar os gastos em meio à instabilidade financeira internacional, o governo federal poderá deixar engavetadas propostas como a que fixa um piso nacional para policiais civis e militares e bombeiros, a PEC 300. Nas palavras do ministro da Fazenda, Guido Mantega, a aprovação do projeto teria um "efeito devastador" sobre as contas públicas, ao impor um gasto estimado em R$ 30 bilhões aos estados. O ministro chegou a dizer que este impacto para o país seria mais grave do que se a crise financeira se abatesse sobre o Brasil diretamente.
Para segurar os gastos em meio à instabilidade financeira internacional, o governo federal poderá deixar engavetadas propostas como a que fixa um piso nacional para policiais civis e militares e bombeiros, a PEC 300. Nas palavras do ministro da Fazenda, Guido Mantega, a aprovação do projeto teria um "efeito devastador" sobre as contas públicas, ao impor um gasto estimado em R$ 30 bilhões aos estados. O ministro chegou a dizer que este impacto para o país seria mais grave do que se a crise financeira se abatesse sobre o Brasil diretamente.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Marco Maia diz que PEC 300 não será aprovada na marra
O presidente da Câmara, Marco Maia, afirmou nesta quarta-feira que está havendo uma pressão exagerada por parte de alguns defensores do piso salarial nacional dos policiais e bombeiros militares (PECs 300/08 e 446/09). “Não dá para resolver as coisas na marra, não vamos tolerar esse tipo de atitude”, disse ele.
Marco Maia vai receber representantes do movimento em defesa da PEC 300 em instantes. Ele vai pedir que, na próxima vez que vierem a Brasília, consigam antes um lugar para dormir. Ele disse ter permitido que policiais e bombeiros dormissem no auditório Nereu Ramos na noite passada em caráter excepcional, porque eles argumentaram que não tinham onde ficar.
“A pressão é justa, legítima e democrática, mas há limites. Vou pedir que se retirem e espero a sensibilidade dos policiais, porque este não é o lugar apropriado para ficarem. Imagine se todos os trabalhadores que tenham demanda vierem para cá, seria incontrolável”, disse o presidente.
Governadores
Marco Maia reafirmou que não há condições de votar a PEC 300 nas próximas semanas. Ele disse que recebeu ontem pedido de todos os governadores para que o assunto seja analisado com cuidado, assim como outras propostas que criam despesas para os estados.
“A crise financeira internacional exige cuidado e paciência, pois não permite gastos extras que comprometam a estabilidade econômica e fiscal do País”, disse.
O deputado afirmou que vai dizer aos líderes do movimento, durante a audiência, que uma comissão especial está tentando encontrar formas de viabilizar o aumento de salário dos policiais e bombeiros. “É preciso encontrar fonte de financiamento”, repetiu.
Sobre os deputados que deixaram essa comissão por estarem insatisfeitos com a demora para a votação da proposta, afirmou: “Os deputados que não se sentirem à vontade para ficar na comissão serão substituídos”.
Marco Maia vai receber representantes do movimento em defesa da PEC 300 em instantes. Ele vai pedir que, na próxima vez que vierem a Brasília, consigam antes um lugar para dormir. Ele disse ter permitido que policiais e bombeiros dormissem no auditório Nereu Ramos na noite passada em caráter excepcional, porque eles argumentaram que não tinham onde ficar.
“A pressão é justa, legítima e democrática, mas há limites. Vou pedir que se retirem e espero a sensibilidade dos policiais, porque este não é o lugar apropriado para ficarem. Imagine se todos os trabalhadores que tenham demanda vierem para cá, seria incontrolável”, disse o presidente.
Governadores
Marco Maia reafirmou que não há condições de votar a PEC 300 nas próximas semanas. Ele disse que recebeu ontem pedido de todos os governadores para que o assunto seja analisado com cuidado, assim como outras propostas que criam despesas para os estados.
“A crise financeira internacional exige cuidado e paciência, pois não permite gastos extras que comprometam a estabilidade econômica e fiscal do País”, disse.
O deputado afirmou que vai dizer aos líderes do movimento, durante a audiência, que uma comissão especial está tentando encontrar formas de viabilizar o aumento de salário dos policiais e bombeiros. “É preciso encontrar fonte de financiamento”, repetiu.
Sobre os deputados que deixaram essa comissão por estarem insatisfeitos com a demora para a votação da proposta, afirmou: “Os deputados que não se sentirem à vontade para ficar na comissão serão substituídos”.
Reportagem – Verônica Lima /Rádio Câmara
Edição - Wilson Silveira
Edição - Wilson Silveira
SEMPRE DISSE QUE ESSA PEC 300/446 VAI ACABAR EM PIZZA! CADA HORA OS DEPUTADOS VEM COM UMA DECULPA DIFERENTE. ANTES DAS ELEIÇÕES VOTARAM EM 1º TURNO PARA NOS ENGANAR. AGORA ENRROLAM, ENRROLAM, ENROLAM... A PROXIMA DESCULPA E A "CRISE INTERRNACIONAL" ! E A PRÓXIMA? TEMOS É QUE PARAR TUDO. AVISAR A FIFA E AO COMITE OLIMPYCO INTERNACIONAL A VERDADE SOBRE A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL! NA POLICIAL CIVIL DO RIO, O QUE SE VE, A CADA DIA, SÃO DEZENAS DE POLICIAIS SE APOSENTANDO E OS ESCRAVOS QUE FICAM, ACADA DIA, SÃO OBRIGADOS A ASSUMIR UMA TAREFA HUMANAMENE IMPOSSIVEL DE SER CUMPRIDA. NOS POLICIAIS SOFREMOS, NOSSAS FAMÍLIAS SOFREM, A POPULAÇÃO, QUE NÃO VE OS CASOS RESOLVIDOS TAMBEM SOFRE! ONDE NOS VAMOS PARAR?
10/08/11 - Manifestação pró-PECs na Câmara
A manifestação desta terça-feira (9) de policiais e bombeiros, na Câmara, em favor da aprovação de um piso salarial para a categoria, virou vigília. Os agentes de segurança decidiram elevar o tom das ações e permanecer no Auditório Nereu Ramos até que seja definida a votação, em segundo turno, do piso salarial de policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09). “Esse já é um espaço ocupado. Só saímos daqui com a votação”, enfatizou um dos líderes do movimento, o cabo Benevenuto Daciolo, bombeiro do Rio de Janeiro.
A reunião chegou a ter momentos tensos, com ameaças de invasão ao Plenário e ao Salão Verde, mas essas iniciativas foram desfeitas com a intervenção do presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Mendonça Prado (DEM-SE), e dos demais deputados, que conseguiram uma reunião entre os manifestantes e o presidente da Câmara, Marco Maia, para a manhã desta quarta-feira.
Daciolo anunciou ainda que os bombeiros cariocas vão iniciar um regime de aquartelamento, manifestação em que a categoria ficará recolhida nos quartéis. Segundo ele, outros estados também aderiram à manobra, que ele espera se tornar um movimento nacional.
Estratégias
Ao invés de apenas pressionar os líderes partidários para a inclusão da proposta em pauta, como faziam nas últimas reuniões, os bombeiros do Rio de Janeiro pediram a renúncia dos deputados que compõem a comissão especial de segurança publica, criada para analisar todas as propostas do setor, inclusive a PEC 300.
Seis deputados decidiram abrir mão da vaga da comissão, composta de 26 titulares e 26 suplentes: Átila Lins (PMDB-AM), Otoniel Lima (PRB-SP), Lincoln Portela (PR-MG), Delegado Protógenes (PCdoB-SP), Andre Moura (PSC-SE) , Lourival Mendes (PTdoB-MA) e João Campos (PSDB-GO). “Essa é uma comissão que obstrui a PEC 300 e nós vamos fazer que cada parlamentar renuncie hoje a sua cadeira no colegiado”, disse o cabo Daciolo.
Por outro lado, os policiais civis ameaçam paralisar as obras de um dos estádios da Copa do Mundo de 2014, proposta recebida pelos manifestantes aos gritos de “sem PEC, sem Copa”. “Vou mandar um recado aos governantes, de que vamos paralisar as obras da Copa com carros de som e com o apoio de sindicatos da construção civil. E a capital de manifestação já foi escolhida”, avisou o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Bosco Gandra.
O líder do PR, Lincoln Portela, avaliou que o clima de enfrentamento de policiais e bombeiros é apenas uma reação à inércia da Câmara sobre a proposta. “A PEC já foi aprovada e nada impede que ela seja votada”, disse o líder.
Oposição do PT
Já o deputado Mendonça Prado disse que está “frustrado” com a oposição feita pela liderança do PT, único partido que não assinou o documento pedindo a inclusão da proposta em pauta. “Não é possível que, numa democracia, a maioria de deputados representados por todos os líderes que assinaram o documento fiquem reféns de um único partido. Se o governo não queria votar, não votasse o texto em primeiro turno antes da eleição para, depois, engavetá-lo”, disse o deputado.
Segundo ele, assinaram o documento os líderes Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); Ana Arraes (Bloco PSB/PCdoB/PTB); Lincoln Portela (Bloco PR, PTdoB, PRTB, PRP, PHS, PTC, PSL; Ratinho Júnior (PSC-PR); Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA); Nelson Meurer (PP-PR); Giovanni Queiroz (PDT-PA); Sarney Filho (PV e PPS); Chico Alencar (PSOL-RJ); Lourival Mendes (PTdoB); e Duarte Nogueira (PSDB-SP).
O líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), disse que precisa conversar com os governadores antes de tomar qualquer decisão. A maior oposição ao texto é dos governos estaduais, preocupados com o impacto financeiro da proposta, apesar de o texto aprovado não mencionar valores. Enquanto os estados com os maiores salários pagam R$ 4 e R$ 3 mil para policiais em início de carreira, muitos estados remuneram o setor com pouco mais de R$ 1 mil e não gostariam de ver o valor nivelado por cima.
Para tentar atacar esse setor, Mendonça Prado, com o apoio da Comissão de Segurança Pública, apresentou uma proposta que cria o Fundo Nacional de Valorização do Profissional de Segurança Pública (PEC 63/11), que será composto por 5% do Imposto de Renda e 5% do Imposto sobre Produtos Industrializados. “São R$ 40 bilhões para financiar um salário digno”, defendeu.
Fonte: Agência Câmara
* Matéria atualizada em 10/08
A reunião chegou a ter momentos tensos, com ameaças de invasão ao Plenário e ao Salão Verde, mas essas iniciativas foram desfeitas com a intervenção do presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Mendonça Prado (DEM-SE), e dos demais deputados, que conseguiram uma reunião entre os manifestantes e o presidente da Câmara, Marco Maia, para a manhã desta quarta-feira.
Daciolo anunciou ainda que os bombeiros cariocas vão iniciar um regime de aquartelamento, manifestação em que a categoria ficará recolhida nos quartéis. Segundo ele, outros estados também aderiram à manobra, que ele espera se tornar um movimento nacional.
Estratégias
Ao invés de apenas pressionar os líderes partidários para a inclusão da proposta em pauta, como faziam nas últimas reuniões, os bombeiros do Rio de Janeiro pediram a renúncia dos deputados que compõem a comissão especial de segurança publica, criada para analisar todas as propostas do setor, inclusive a PEC 300.
Seis deputados decidiram abrir mão da vaga da comissão, composta de 26 titulares e 26 suplentes: Átila Lins (PMDB-AM), Otoniel Lima (PRB-SP), Lincoln Portela (PR-MG), Delegado Protógenes (PCdoB-SP), Andre Moura (PSC-SE) , Lourival Mendes (PTdoB-MA) e João Campos (PSDB-GO). “Essa é uma comissão que obstrui a PEC 300 e nós vamos fazer que cada parlamentar renuncie hoje a sua cadeira no colegiado”, disse o cabo Daciolo.
Por outro lado, os policiais civis ameaçam paralisar as obras de um dos estádios da Copa do Mundo de 2014, proposta recebida pelos manifestantes aos gritos de “sem PEC, sem Copa”. “Vou mandar um recado aos governantes, de que vamos paralisar as obras da Copa com carros de som e com o apoio de sindicatos da construção civil. E a capital de manifestação já foi escolhida”, avisou o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Bosco Gandra.
O líder do PR, Lincoln Portela, avaliou que o clima de enfrentamento de policiais e bombeiros é apenas uma reação à inércia da Câmara sobre a proposta. “A PEC já foi aprovada e nada impede que ela seja votada”, disse o líder.
Oposição do PT
Já o deputado Mendonça Prado disse que está “frustrado” com a oposição feita pela liderança do PT, único partido que não assinou o documento pedindo a inclusão da proposta em pauta. “Não é possível que, numa democracia, a maioria de deputados representados por todos os líderes que assinaram o documento fiquem reféns de um único partido. Se o governo não queria votar, não votasse o texto em primeiro turno antes da eleição para, depois, engavetá-lo”, disse o deputado.
Segundo ele, assinaram o documento os líderes Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); Ana Arraes (Bloco PSB/PCdoB/PTB); Lincoln Portela (Bloco PR, PTdoB, PRTB, PRP, PHS, PTC, PSL; Ratinho Júnior (PSC-PR); Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA); Nelson Meurer (PP-PR); Giovanni Queiroz (PDT-PA); Sarney Filho (PV e PPS); Chico Alencar (PSOL-RJ); Lourival Mendes (PTdoB); e Duarte Nogueira (PSDB-SP).
O líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), disse que precisa conversar com os governadores antes de tomar qualquer decisão. A maior oposição ao texto é dos governos estaduais, preocupados com o impacto financeiro da proposta, apesar de o texto aprovado não mencionar valores. Enquanto os estados com os maiores salários pagam R$ 4 e R$ 3 mil para policiais em início de carreira, muitos estados remuneram o setor com pouco mais de R$ 1 mil e não gostariam de ver o valor nivelado por cima.
Para tentar atacar esse setor, Mendonça Prado, com o apoio da Comissão de Segurança Pública, apresentou uma proposta que cria o Fundo Nacional de Valorização do Profissional de Segurança Pública (PEC 63/11), que será composto por 5% do Imposto de Renda e 5% do Imposto sobre Produtos Industrializados. “São R$ 40 bilhões para financiar um salário digno”, defendeu.
Fonte: Agência Câmara
* Matéria atualizada em 10/08
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A atual evasão de Agentes na Polícia Civil do Rio de Janeiro
A atual evasão de Agentes na Polícia Civil do Rio de Janeiro
Artigo publicado no Fórum Brasileiro de Segurança Pública
-
Marcio Bastos - Rio de Janeiro(RJ) - 31/07/2011
Para fazer parte da Polícia Civil do Rio de Janeiro deve-se ter curso superior e obter sucesso em um concurso público muito disputado e de alto nível. Os concursos públicos de 2008 e 2009 para Inspetor de Polícia e Oficial de Cartório Policial colocaram dentro da corporação cerca de 500 advogados, engenheiros, economistas, dentistas, administradores, etc. Entre eles existe até um candidato aprovado em 2009 que possui um curso de engenharia com especialização em fabricação de protótipos de avião para espionagem.
Essa riqueza de material humano em uma instituição tão importante para a sociedade deveria alertar nossos governantes para a valorização de seus quadros e permitir uma renovação que traz como conseqüência a ruptura dos estrangulamentos que impedem uma polícia de alta qualidade.
Deveria, pois não é isso que está acontecendo e este texto é, principalmente, um alerta para a sociedade que deseja uma polícia dentro dos altos padrões internacionais em um estado que possui uma violência sui generis, como o Rio de Janeiro.
Em 2010 a evasão dentro da polícia civil registrou 377 vacâncias. Neste ano de 2011, até o mês de maio, já se registravam 197 saídas; média de 39,4 por mês. E junto com esse quadro se perde a oportunidade de aproveitamento dos predicados de uma polícia renovada.
Cerca de 70% dos policiais que formaram comigo na Academia de Polícia, em 2009, estudam para outros concursos. Dos 30 alunos de minha turma, 8 já deixaram a polícia. Todos entraram com vontade de proteger e servir. O Estado gastou dinheiro para treiná-los, mas não sabe aproveitar o grande potencial que tem em mãos. Não sabe ou não quer. Se gasta dinheiro, tempo e sonhos. Uma boa política salarial que resgatasse um pouco da dignidade perdida dos policiais bastaria para aproveitar a riqueza humana que a PCERJ ainda possui.
Parte da sociedade diz que entramos para a polícia sabendo das condições de trabalho. Para esses, os números da evasão policial responde: “Tudo Bem. Estamos indo embora. Fiquem com a sobra”.
Como diretor adjunto do sindicato dos policiais civis, tive oportunidades de tecer breves comentários sobre essa evasão em reuniões com autoridades públicas do Rio de Janeiro. Não ouvi nenhuma boa resposta e até percebi a falta de interesse ao assunto.
Como policial civil pós-graduado que ama a profissão, me vejo menosprezado, mal valorizado e temeroso de perder o vigor da realização de meu sonho em tornar-me policial.
Os policiais aparecem protagonizando filmes e seriados. Aparecem diariamente na mídia como heróis e são os primeiros a serem lembrados em situações de perigo. É lamentável que só não conste como prioridade nas políticas de segurança pública do Brasil.
Sempre lembrarei de uma reunião do sindicato com o secretário de segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, quando o mesmo me disse ao sair de seu gabinete: “Não desista. Não Desanime. Ainda está muito cedo.”
Sim, ainda guardo a esperança de uma polícia civil melhor. Contudo, “quem tem fome, tem pressa”.
*Marcio Bastos (Marcio Gerente) é Diretor Jurídico Adjunto do Sindpol/RJ e está na Polícia Civil do Rio de Janeiro há 1 ano e 2 meses
Bombeiros fazem nova manifestação hoje na Alerj
Está confirmada a manifestação dos bombeiros hoje na ALERJ, mesmo com a assinatura para o pagamento do vale-transporte. Ao contrário do que parte da imprensa carioca divulga, mesmo com os anúncios feitos pelo Governo, os bombeiros militares continuam a receber o pior salário do Brasil. Atualmente, o salário de um soldado é de cerca de R$ 1.070,00.
Na verdade o reajuste de 5,58% teve um aumento real de cerca de R$ 70 no salário e a concessão de gratificação de R$ 350 é só para parte da tropa. Apenas com isso e após um soldado completar o triênio (em outubro) é que a faixa salarial chegará a R$ 1.935,00, conforme disse o Governo.
O Sindpol/RJ continua apoiando a luta dos Bombeiros/RJ e está atento com a política de manobras do governo estadual nessa negociação. É certo que os policiais civis do Rio de Janeiro esperam ser respeitados em nossa atual negociação de valorização profissional.
Sindpol/RJ
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Rio - Os bombeiros fazem ato nesta quarta-feira, às 15h, na escadaria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro da cidade. A data marca os dois meses do episódio do Quartel Central, com a determinação das prisões e a invasão pelo Bope na alvorada. Desde abril, os militares permanecem com as mesmas reivindicações: piso salarial de R$ 2 mil líquidos e fim da política de gratificações.
Desde abril, o movimento dos bombeiros pede piso salarial de R$ 2 mil líquidos e é contrário à política de gratificações pois, de acordo com eles, elas segregam a tropa: não são concedidas aos aposentados (inativos) e aos pensionistas (por exemplo viúvas de militares mortos em serviço) e são cortadas no contracheque dos militares em licença (licença por doença ou por acidente, por exemplo).
O governo do Estado respondeu ao movimento com a antecipação das parcelas do reajuste de 5,58% que já havia sido anunciado pelo governo para o final do ano (anúncio feito antes mesmo das manifestações e que teve apenas as parcelas já previstas antecipadas). Além da concessão de gratificação de R$ 350 para parte da tropa.
Mesmo com os anúncios feitos pelo Governo, ele reivindicam que os bombeiros militares recebem o pior salário do Brasil. Atualmente, o salário de um soldado é de cerca de R$ 1.070,00. Fonte: ODIA
Na verdade o reajuste de 5,58% teve um aumento real de cerca de R$ 70 no salário e a concessão de gratificação de R$ 350 é só para parte da tropa. Apenas com isso e após um soldado completar o triênio (em outubro) é que a faixa salarial chegará a R$ 1.935,00, conforme disse o Governo.
O Sindpol/RJ continua apoiando a luta dos Bombeiros/RJ e está atento com a política de manobras do governo estadual nessa negociação. É certo que os policiais civis do Rio de Janeiro esperam ser respeitados em nossa atual negociação de valorização profissional.
Sindpol/RJ
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Rio - Os bombeiros fazem ato nesta quarta-feira, às 15h, na escadaria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro da cidade. A data marca os dois meses do episódio do Quartel Central, com a determinação das prisões e a invasão pelo Bope na alvorada. Desde abril, os militares permanecem com as mesmas reivindicações: piso salarial de R$ 2 mil líquidos e fim da política de gratificações.
Desde abril, o movimento dos bombeiros pede piso salarial de R$ 2 mil líquidos e é contrário à política de gratificações pois, de acordo com eles, elas segregam a tropa: não são concedidas aos aposentados (inativos) e aos pensionistas (por exemplo viúvas de militares mortos em serviço) e são cortadas no contracheque dos militares em licença (licença por doença ou por acidente, por exemplo).
O governo do Estado respondeu ao movimento com a antecipação das parcelas do reajuste de 5,58% que já havia sido anunciado pelo governo para o final do ano (anúncio feito antes mesmo das manifestações e que teve apenas as parcelas já previstas antecipadas). Além da concessão de gratificação de R$ 350 para parte da tropa.
Mesmo com os anúncios feitos pelo Governo, ele reivindicam que os bombeiros militares recebem o pior salário do Brasil. Atualmente, o salário de um soldado é de cerca de R$ 1.070,00. Fonte: ODIA
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