Segurança em Foco
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Que pais é esse?
A diferença entre um pais desenvolvido, como os Estados Unidos, e o brasil é que lá bandido e tratado como bandido e policia como policia! Veja: Nos estados unidos o adolescente pode ser preso e condenado. Já no brasil não pode! Nos estados unidos o preso deve trabalhar, basta ver esses filmes que mostram o presos sendo colocados em ônibus para serem levados para trabalharem em construção de estradas. No brasil o trabalho forçado é proibido pela constituição e o preso fica na cadeia gastando o dinheiro do contribuinte e comandando o crime organizado. No brasil o policial para ir trabalhar (caso da policia civil do RJ) recebe de vale transporte R$100,00 por por mês enquanto o preso e levado para tudo quanto é lugar de carro ou ate de avião, como vimos agora com Fernandinho beira mar, que chegou de avião, escoltado, com emprego de 200 policiais na segurança! Os presos que ficam acautelados nas delegacias do RJ recebem do estado, por meio de um cartão refeição, R$60,00 por dia para poder tomar café da manha, almoçar e jantar! Sabe quanto o policial civil recebe de auxilio refeição? O policial recebe R$12,00. ou seja, o policial tem que se alimentar com apenas 20% do valor a que o preso tem direito! No brasil existe uma grande, enorme diferença entre o preso pobre e o preso rico. O preso pobre e algemado com as mãos para tras e o rico não é algemado, como vemos com os presos do Petrolão! O preso pobre é chamado de bandido e os ricos são chamados de doutores ou excelência, como temos visto nas audiências dos envolvidos na Operação Lava Jato; O preso pobre fica em uma cela de dois metros quadrados com mais uns quatro, o preso rico fica em prisão domiciliar em sua casa, ou melhor, em suas mansões com direito a sauna, piscina, TV a cabo, internet e segurança! Então minha gente, não acredito que este pais vai melhorar um dia com a sociedade hipócrita que temos
quarta-feira, 24 de julho de 2013
perfil da Polícia Militar
O perfil da Polícia Militar no Twitter, na noite da última segunda-feira, parecia ter cruzado um portal para outra galáxia. Acusou a OAB-RJ de atrapalhar a polícia, postou foto dos comunicadores do grupo Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), acusando-os de incitar a violência, e ainda se rasgou em autoelogios. A estratégia rendeu uma saraivada de críticas. Além de internautas, a própria OAB-RJ, a Anistia Internacional e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) repudiaram a postura da corporação na rede social. Ao EXTRA, a Polícia Militar afirmou que a “gestão” dos 140 caracteres cabe ao comandante, o coronel Erir Ribeiro Costa Filho.
Na semana passada, o perfil já havia criticado o deputado estadual Marcelo Freixo, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. Desta vez, o alvo foi a OAB, cujos advogados acompanhavam as manifestações, a exemplo do que vem sendo feito desde o começo de junho.
Presidente interino da seccional fluminense da Ordem. Ronaldo Cramer lamentou a provocação da PM.
— Estávamos ali para acompanhar as prisões e garantir o ambiente constitucional. Isso não é atrapalhar o trabalho.
Presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj) e conselheiro da Ordem, o advogado Marcello Oliveira monitorou durante toda a noite a atuação de seus colegas.
— Em toda prisão que ocorria, o advogado se aproximava e perguntava a razão da prisão e o nome do policial, dois direitos que todos os presos têm para garantir a ampla defesa — explicou.
Na noite de segunda-feira, ao postar a foto de dois integrantes do Mídia Ninja, o perfil disse que eles estavam sendo presos “por incitar a violência”. Horas depois, ambos foram liberados pelo delegado da 9a. DP (Catete), que não viu consistência na versão dos policiais militares.
— Eles acabaram com a presunção da inocência ao postar as fotos dos detidos — avaliou Átila Roque, diretor da Anistia no Brasil, que se disse preocupado com a postura da corporação como um todo diante das manifestações.
O secretário José Mariano Beltrame também chiou:
— No momento em que administramos uma situação tão complexa, o importante é manter o foco. Algo fora disso passa a ser desnecessário — criticou, sem citar especificamente nenhum dos posts da PM.
A assessoria de imprensa do governo do estado não encaminhou ao governador a pergunta do EXTRA sobre sua posição em relação ao perfil da PM no Twitter.
Em nota, a Abraji lamentou a prisão dos integrantes do Mídia Ninja e a agressão — desta vez fora do mundo virtual, a golpe de cassetetes — ao fotógrafo Yasuyoshi Chiba.
“A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo repudia este novo episódio de ação violenta da Polícia Militar do Rio de Janeiro contra profissionais da imprensa. O Estado, ao contrário, deve prevenir e investigar intimidações e amaças a comunicadores sociais. (...) É preocupante que a polícia do Rio de Janeiro reincida nesta prática tão característica de regimes autoritários”, dizia trecho do texto.
A arriscada estratégia da PM nas redes sociais também não foi considerada a mais adequada por quem entende de comunicação na internet. Especialista em posicionamento de marcas na rede, o engenheiro Pedro Lacaz acredita que a credibilidade de um órgão público que se exponha tanto assim sai arranhada.
— Na internet, o órgão público deveria ter o mesmo objetivo de uma empresa, que é o de informar e de criar uma cultura favorável a ela. Quando você opta para tomar um partido, isso leva à perda de credibilidade. A população fica contra a instituição. Isso é ruim para a PM. A insatisfação fica maior ainda. Uma busca mostra que tem uma porção de gente falando mal deles (da PM). Falando bem, você não vê ninguém. O que vai se espalhar, o que vai viralizar, são as pessoas falando mal — avalia Lacaz.
A PM não respondeu ao EXTRA o objetivo de seu Twitter, tampouco informou se vai se retratar diante dos dois jovens que tiveram sua imagem exposta sem sequer terem sido autuados. Na internet, diante do bombardeio de internautas, foi irônica: “A #PM agradece as inúmeras manifestações de apoio”.
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias
Na semana passada, o perfil já havia criticado o deputado estadual Marcelo Freixo, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. Desta vez, o alvo foi a OAB, cujos advogados acompanhavam as manifestações, a exemplo do que vem sendo feito desde o começo de junho.
Presidente interino da seccional fluminense da Ordem. Ronaldo Cramer lamentou a provocação da PM.
— Estávamos ali para acompanhar as prisões e garantir o ambiente constitucional. Isso não é atrapalhar o trabalho.
Presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj) e conselheiro da Ordem, o advogado Marcello Oliveira monitorou durante toda a noite a atuação de seus colegas.
— Em toda prisão que ocorria, o advogado se aproximava e perguntava a razão da prisão e o nome do policial, dois direitos que todos os presos têm para garantir a ampla defesa — explicou.
Na noite de segunda-feira, ao postar a foto de dois integrantes do Mídia Ninja, o perfil disse que eles estavam sendo presos “por incitar a violência”. Horas depois, ambos foram liberados pelo delegado da 9a. DP (Catete), que não viu consistência na versão dos policiais militares.
— Eles acabaram com a presunção da inocência ao postar as fotos dos detidos — avaliou Átila Roque, diretor da Anistia no Brasil, que se disse preocupado com a postura da corporação como um todo diante das manifestações.
O secretário José Mariano Beltrame também chiou:
— No momento em que administramos uma situação tão complexa, o importante é manter o foco. Algo fora disso passa a ser desnecessário — criticou, sem citar especificamente nenhum dos posts da PM.
A assessoria de imprensa do governo do estado não encaminhou ao governador a pergunta do EXTRA sobre sua posição em relação ao perfil da PM no Twitter.
Em nota, a Abraji lamentou a prisão dos integrantes do Mídia Ninja e a agressão — desta vez fora do mundo virtual, a golpe de cassetetes — ao fotógrafo Yasuyoshi Chiba.
“A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo repudia este novo episódio de ação violenta da Polícia Militar do Rio de Janeiro contra profissionais da imprensa. O Estado, ao contrário, deve prevenir e investigar intimidações e amaças a comunicadores sociais. (...) É preocupante que a polícia do Rio de Janeiro reincida nesta prática tão característica de regimes autoritários”, dizia trecho do texto.
A arriscada estratégia da PM nas redes sociais também não foi considerada a mais adequada por quem entende de comunicação na internet. Especialista em posicionamento de marcas na rede, o engenheiro Pedro Lacaz acredita que a credibilidade de um órgão público que se exponha tanto assim sai arranhada.
— Na internet, o órgão público deveria ter o mesmo objetivo de uma empresa, que é o de informar e de criar uma cultura favorável a ela. Quando você opta para tomar um partido, isso leva à perda de credibilidade. A população fica contra a instituição. Isso é ruim para a PM. A insatisfação fica maior ainda. Uma busca mostra que tem uma porção de gente falando mal deles (da PM). Falando bem, você não vê ninguém. O que vai se espalhar, o que vai viralizar, são as pessoas falando mal — avalia Lacaz.
A PM não respondeu ao EXTRA o objetivo de seu Twitter, tampouco informou se vai se retratar diante dos dois jovens que tiveram sua imagem exposta sem sequer terem sido autuados. Na internet, diante do bombardeio de internautas, foi irônica: “A #PM agradece as inúmeras manifestações de apoio”.
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias
quinta-feira, 10 de maio de 2012
DISCUSÃO NA CAMARA
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado realizou nesta terça feira (8) audiência pública para discutir a situação atual dos policiais e bombeiros militares e as políticas públicas de valorização na segurança pública.
A iniciativa do debate foi do deputado Mendonça Prado (DEM-SE). Na opinião dele, a falta de estrutura e de condições dignas de trabalho tem prejudicado a atuação da Polícia Militar (PM), do Corpo de Bombeiros e da Policia Civil. “Assim como os demais trabalhadores, os policiais e bombeiros militares merecem ter seus direitos resguardados.”
SINPOL CRITICA A TUAÇÃO DO GOVERNO
O Presidente do SINPOL, Fernando Bandeira, criticou a atuação do Governo Sérgio Cabral em punir os profissionais de segurança publica na greve aprovada na Cinelândia com mais de 10 mil PMs, Bombeiros e Policiais Civis. As categorias pleitearam melhorias salariais.
No debate, Bandeira convocou toda a categoria Policial Civil, PMs e Bombeiros a estarem no próximo dia 20/05 as 10 hs em frente ao Copacabana Palace para exigir a reintegração dos 19 militares e 14 Bombeiros expulsos da corporação. A forma que os policiais foram tratados foi arbitrária. Precisamos parar com este regime ditatorial do atual Governo.
A deputada estadual do Rio de Janeiro Janira Rocha (Psol) lembrou a expulsão de 19 policiais militares e 14 bombeiros envolvidos com o movimento grevista do ano passado. Ela disse que ainda existe a possibilidade de novas expulsões e defendeu a anistia. “Queremos dar dignidade para os servidores da segurança pública.”
O suplente de deputado federal Cabo Juliano Rabelo (PSB-MT) também defendeu a reintegração dos policiais e bombeiros expulsos no Rio.
Para o deputado estadual de Tocantins Sargento Aragão (PPS), os PMs são tratados como “subcidadãos sem direito a ter opinião”. Capitão Tadeu (PSB), que é deputado estadual da Bahia, também criticou o Executivo do seu estado: “O governo acredita que pode manter a disciplina somente por meio de regulamento.”
A desembargadora Salete Maccalóz, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES), criticou a falta de ação do Legislativo em relação aos profissionais da segurança pública. “Os parlamentares têm que parar de falar muito e profissionalizar as categorias militares”.
O presidente da comissão, deputado Efraim Filho (DEM-PB), disse que o Legislativo está agindo nessa área. Ele citou como exemplo a proposta de piso nacional para policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09) e a que eleva os agentes penitenciários à categoria de Polícia Penal (PEC 308/04).
A desembargadora Salete Maccalóz, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES), criticou a falta de ação do Legislativo em relação aos profissionais da segurança pública. “Os parlamentares têm que parar de falar muito e profissionalizar as categorias militares”.
O presidente da comissão, deputado Efraim Filho (DEM-PB), disse que o Legislativo está agindo nessa área. Ele citou como exemplo a proposta de piso nacional para policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09) e a que eleva os agentes penitenciários à categoria de Polícia Penal (PEC 308/04).
MAS... CADE A APROVAÇÃO DAS PEC's??????????????
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Polícia Civil do RJ abre concurso para 600 vagas de Inspetor
Rio - Estão abertas as inscrições para o processo seletivo na Polícia Civil do Rio. São 600 vagas para Inspetor 6ª Classe. Do total de oportunidades, 55 serão oferecidas a candidatos portadores de deficiência. O salário será de R$ 2.087,70, somando valores de vencimento-base, gratificações e demais adicionais. O regime de trabalho policial é de dedicação integral, com jornada de 40 horas semanais ou por sistema de escala de serviço — sendo incompatível com o exercício de outra atividade pública ou privada, salvo exceções previstas em lei.
As inscrições terminarão em 29 de março, mas o pagamento da taxa poderá ser efetuado até dia 30 do mesmo mês. O valor é de R$ 85. O formulário de inscrição está disponível na Internet, na página www.fec.uff.br. O site é da organizadora do concurso, Fundação Euclides da Cunha (FEC) de Apoio Institucional, ligada à Universidade Federal Fluminense (UFF).
O concurso terá duas fases. A inicial, de caráter eliminatório e classificatório, será dividida em quatro etapas: a primeira será prova de conhecimentos; a segunda, prova de capacidade física; a terceira, exame psicotécnico; a quarta, exame médico. A segunda fase será o Curso de Formação Profissional (CFP), com apuração de frequência, aproveitamento e conceito.
Os candidatos podem ser do sexo feminino ou masculino e devem ter, no mínimo, 18 anos de idade e curso superior completo. É necessário estar em dia com as obrigações eleitorais e também regular com o serviço militar.
As informações referentes ao horário, tempo de duração e local de realização das provas (nome do estabelecimento, endereço e sala), assim como demais orientações, estarão disponíveis a todos os candidatos, a partir do dia 9 de abril. Basta acessar o site www.fec.uff.br ou ligar para a Central de Atendimento, telefones (21) 2629-2805, (21) 2629-2806 e (21) 2721-6683, sempre das 9h às 17h.
As inscrições terminarão em 29 de março, mas o pagamento da taxa poderá ser efetuado até dia 30 do mesmo mês. O valor é de R$ 85. O formulário de inscrição está disponível na Internet, na página www.fec.uff.br. O site é da organizadora do concurso, Fundação Euclides da Cunha (FEC) de Apoio Institucional, ligada à Universidade Federal Fluminense (UFF).
O concurso terá duas fases. A inicial, de caráter eliminatório e classificatório, será dividida em quatro etapas: a primeira será prova de conhecimentos; a segunda, prova de capacidade física; a terceira, exame psicotécnico; a quarta, exame médico. A segunda fase será o Curso de Formação Profissional (CFP), com apuração de frequência, aproveitamento e conceito.
Os candidatos podem ser do sexo feminino ou masculino e devem ter, no mínimo, 18 anos de idade e curso superior completo. É necessário estar em dia com as obrigações eleitorais e também regular com o serviço militar.
As informações referentes ao horário, tempo de duração e local de realização das provas (nome do estabelecimento, endereço e sala), assim como demais orientações, estarão disponíveis a todos os candidatos, a partir do dia 9 de abril. Basta acessar o site www.fec.uff.br ou ligar para a Central de Atendimento, telefones (21) 2629-2805, (21) 2629-2806 e (21) 2721-6683, sempre das 9h às 17h.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Governo começa a articular com medo da greve geral
Em reunião ontem no QG da PMERJ os presentes foram avisados que o (des) Golvernador Sergio Cabral esta disposto a implantar subsidio salárial a partir de 2014, ou seja, acabariam as famigeradas gratificações. O aumento em 48 vezes ficaria assim: Os reajustes de 2012 seriam antecipados para fev/2012. Os de 2013 seria antecipados para fevereiro de 2013 e os de 2014 para outubro de 2014, e, a partir de 2014, passaria a ser subsidio. Pelo menos assim, os colegas policiais civis cascudos que ja estão a ponto de se aposentar e não o fazem com medo de perderem as gratificações poderiam descançar em paz sabendo que acabou a gratificação e que o salário na aposentadoria seria o mesmo da ativa. O problema e que hoje, 35% do efetivo da PCERJ esta em condições de se aposentar. Se isso ocorrer as delegacias, ja tão sucateadas de recursos humansos, iriam ficar um caus! Os servidores hoje ja trabalham por tres. Imagina com uma aposentadoria em massa?
domingo, 29 de janeiro de 2012
Passeata dos Policiais em 29/01/2012. A greve se anuncia




Policiais e bombeiros fazem protesto no Rio e ameaçam entrar em greve.
Categorias reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial.
Protesto reuniu cerca de 5 mil pessoas neste domingo (29), segundo a PM.
Policiais civis, militares e bombeiros realizaram neste domingo (29) uma manifestação na Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sinpol-RJ), as categorias reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial.
A Polícia Militar informou que o grupo vai aguardar quais medidas serão tomadas pelo governo. Caso as reivindicações não sejam atendidas, os manifestantes das três categorias afirmam que poderão entrar em greve no próximo dia 10 de fevereiro.
De acordo com o 19º BPM (Copacabana), cerca de 5 mil pessoas participaram do protesto, que seguiu pacífico.
Decisão de Cabral de antecipar parcelas de reajuste até 2013 não freou a mobilização dos praças"Chega de ser a polícia militar com o pior salário do país inteiro. Chega de termos que trabalhar em até três serviços para termos que sustentar nossa família. Hoje o governo estadual não vê o policial militar como um trabalhador. Não recebemos adicional por insalubridade e trabalhamos até 72 horas por semana, quando o correto seriam 40 horas semanais. Trata-se de um total desrespeito ao trabalhador", acusou o cabo João Carlos Gurgel, que participou na manifestação na orla de Copacabana. Os praças reivindicam piso salarial de R$ 3 mil.
Hoje o salário de um soldado da Polícia Militar é de R$ 1.277,13, o de um cabo R$ 1.471,01, terceiro a primeiro sargento: de R$1.723,42 a 2.086,92. Já o de um oficial pode chegar a R$ 6.122,42. É o caso do posto de coronel.
"Com esta modificação no repasse do reajuste, é como se recebêssemos 10% de reajuste este ano, mais 10% em 2013 e o mesmo percentual em 2014. Descontando-se a inflação de 6% ao ano, é o mesmo que receber um reajuste de apenas 4% por ano", reclamou o cabo Gurgel, segundo quem a população está solidária à reivindicação.
"A população nos aplaudiu. Teve até quem pendurasse bandeiras nos prédios. Estão todos muito solidários à nossa causa. O apoio do povo é fundamental. É o reconhecimento do nosso trabalho", comemorou Gurgel.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
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