terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Governo começa a articular com medo da greve geral

Em reunião ontem no QG da PMERJ os presentes foram avisados que o (des) Golvernador Sergio Cabral esta disposto a implantar subsidio salárial a partir de 2014, ou seja, acabariam as famigeradas gratificações. O aumento em 48 vezes ficaria assim: Os reajustes de 2012 seriam antecipados para fev/2012. Os de 2013 seria  antecipados para fevereiro de 2013 e os de 2014 para outubro de 2014, e, a partir de 2014, passaria a ser subsidio. Pelo menos assim, os colegas policiais civis cascudos que ja estão a ponto de se aposentar e não o fazem com medo de perderem as gratificações poderiam descançar em paz sabendo que acabou a gratificação e que o salário na aposentadoria seria o mesmo da ativa. O problema e que hoje, 35% do efetivo da PCERJ esta em condições de se aposentar. Se isso ocorrer as delegacias, ja tão sucateadas de recursos humansos, iriam ficar um caus! Os servidores hoje ja trabalham por tres. Imagina com uma aposentadoria em massa?

2 comentários:

  1. Cidadão !!
    Saiba que temos o maior carinho e respeito por vocês, ate porque a maioria de nos também é morador de São Gonçalo.
    Porem, não podemos deixar de brigar por um salário mais justo e digno para nossa categoria.
    Hoje somos as forças estaduais mais mal pagas do Brasil.
    A partir do dia 10/02/2012 caso não haja acordo entre o governo estadual e a nossa classe, a Policia Civil, Policia Militar e Bombeiros de São Gonçalo não estarão atuando mais nas ruas de nossa cidade, estaremos em estado de GREVE.
    Pedimos desculpas por nossos governantes e acreditamos na compreensão de todos.

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  2. Bomberos y policías de Río de Janeiro marcharon para exigir ajuste salarial

    Domingo 29 enero 2012 | 21:29

    Publicado por Hernán Díaz | La Información es de Agencia AFP · 287 visitas



    Imagen: Río de Janeiro | Junius (CC)

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    Al menos 3.000 bomberos y policías de Rio de Janeiro marcharon el domingo por la rambla de la popular playa de Copacabana para exigir un ajuste salarial y amenazaron con una huelga antes del Carnaval si no llegan a un acuerdo con el gobierno.

    El sindicato Sinpol-RJ, que representa a los manifestantes, aseguró que el estado de Rio de Janeiro tiene el peor salario en materia de seguridad pública.

    “Tenemos que trabajar hasta en tres turnos para poder sustentar a nuestra familia, hoy el gobierno del estado no ve al policía como un trabajador”, reclamó cabo Joao Carlos Gurgel, que acompañó la protesta.

    Los manifestantes dieron al gobierno hasta el 10 de febrero para responder a sus demandas o de lo contrario llamarán a una huelga.

    Según reportes de prensa, la movilización reunió entre 3.000 y 5.000 personas.

    En junio, cientos de bomberos tomaron su cuartel general para protestar por mejoras de salarios y condiciones de trabajo. La protesta fue frustrada por grupos de élite de la policía que arrestó a más de 430 funcionarios.

    La reacción policial fue condenada por la población que marchó en favor de sus exigencias.

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